Mostrando postagens com marcador Marcia Oshiro. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
Projeto RELATOS - Hugo Antonio
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Projeto RELATOS - Dieyson Gonçalves
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Além de incluir, audiodescrição é porta para mercado de trabalho
Email para: asmeninasdosolhosad@gmail.com / educarparasergrande@gmail.com.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Projeto RELATOS - Joelma Amaral
Foto de Joelma Amaral em pé, encostada em uma parede que
tem a metade superior pintada de branco e a inferior em vermelho vibrante, ela
está com a cabeça voltada à esquerda, braços atrás do corpo na altura do
quadril e o joelho direito flexionado cobrindo a outra perna. Joelma é uma
mulher jovem, rosto oval, cabelos castanhos escuros, lisos até os ombros com
alguns fios em franja, sobrancelhas levemente levantadas assim como o nariz,
olhos amendoados castanhos claros com maquiagem leve, lábios médios bem delineados
com batom rosa claro. Joelma usa brincos de argolas grandes prateadas, uma fina
e discreta correntinha com pingente junto ao pescoço, blusa tomara-que-caia
estampada onde predomina a cor azul com nuances em marrom, preto, listras finas
e pontinhos alternados brancos e o mesmo tecido, cobre em forma de manga, os
braços a partir de um palmo do ombro, mini saia amarelo claro de crochê com
pequenas escamas em bicos arredondados.
Audiodescrição: Marisa Pretti
sábado, 23 de maio de 2015
Projeto RELATOS - Ricardo Alexandre
A foto do peito para cima retrata Ricardo Alexandre discursando ao microfone com expressão compenetrada. Um homem jovem de pele branca, rosto redondo, cabelos castanhos escuros, curtos, com uma pequena franja desfiada voltada à direita, sobrancelhas retas, olhos fechados e contraídos, nariz pequeno levemente arrebitado e lábios grossos. Ricardo usa um blazer preto sobre camisa azul.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Projeto RELATOS - "Sensações" por Pedro Von Sydow
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Projeto RELATOS - "Você vai passear?" por Viviane Carvalho
Você vai passear?
Olá. Meu nome é Viviane e tenho 27 anos. Trabalho em 2 empregos como massoterapeuta. Enfrento algumas dificuldades pra chegar no trabalho. Não trabalho perto de casa porque muitas empresas da região onde moro não cumprem a lei de cotas. Então levo duas horas pra chegar no serviço. Moro em Franco da Rocha. Pego um ônibus até o centro da cidade, e depois entro em um trem super lotado onde ninguém respeita o próximo. E ainda tenho que ouvir perguntas do tipo, vc vai passear? Dificilmente alguém pergunta se vou trabalhar. Muitos acham que pessoas com deficiência não tem vida social e muito menos saem de casa pra batalhar como todos. Enfrento um preconceito por causa da minha profissão. Eu especifico que sou massoterapeuta porque se eu digo que sou massagista alguns pensam que faço outro tipo de serviço. Minha profissão é super cansativa. Eu trabalho em um laboratório de manhã e a tarde trabalho em uma livraria. E a noite volto pra casa novamente em um trem lotado. Às vezes eu sento mas já fui em pé até a estação onde moro. Mas já acostumei com a rotina. Faz 8 anos que faço essa correria todos os dias. Acho que é isso. Posso dizer que sou muito feliz e mesmo trabalhando muito adoro sair no fim de semana. Independente de trabalhar muito é bom sair pra fugir do estresse.
terça-feira, 19 de maio de 2015
Projeto RELATOS - Átilas de Oliveira Silva
Projeto RELATOS - "Desafios" por Luzia Neida Queiroz
Foto do interior de uma sala de aulas. Luzia Neida Queiroz em pé, posa para a foto em meio aos três filhos. Ela segura no colo com o braço esquerdo, José Eduardo de um ano e meio, a mão direita, quase toca a mão de Ana Rosa, de três anos, e à direita, está Rafael Antonio, de 6 anos. Luzia tem a pele bem clara e rosto oval emoldurado por cabelos castanhos claros repartidos ao meio, que seguem ondulados até a altura dos ombros, sobrancelhas retas, olhos amendoados, nariz médio e lábios grossos; usa camiseta azul e calça preta. O filho menor está de perfil, ele e a menina têm cabelos anelados castanhos claros iluminados por mechas aloiradas; os cabelos de Ana Rosa seguem abaixo dos ombros presos nas laterais por Maria Chiquinha cor de rosa; os traços de ambos são semelhantes e delicados, o nariz é levemente arrebitado; ele usa camiseta azul estampada com coqueiros, bermuda azul mais escuro no mesmo tom dos outros irmãos e sandálias com tiras vermelhas. Ana Rosa usa camiseta igual a do irmão mais velho: branca com detalhes vermelhos nas mangas, ela usa shortinho e ele bermuda. Rafael Antonio tem o rosto um pouco mais fino, cabelo com franja, liso castanho escuro, sobrancelhas retas, olhos amendoados, nariz médio e lábios finos.
Desafios
Criar três crianças, não é uma rotina fácil.
É uma tarefa difícil e desafiadora, porém, têm seus encantos, além do mais, é muito gratificante.
Em casa, eles não param.
Tempo, é uma palavra quase impossível de descrever seu significado: lavar, arrumar, cozinhar, dar banho, cuidar de cada um em seus mínimos detalhes é enfim, uma correria só.
Na rua, me deparo com críticas e elogios; dó e admiração; no ônibus, enfrento muitas vezes, a falta de solidariedade das pessoas, quando não me cedem um lugar, ou a falta de atenção dos motoristas e cobradores, quando não facilitam abrindo a porta do meio, ou ainda quando o condutor dá a partida, quando ainda estou tentando descer com os meus
filhos; contudo, tem aqueles que são extremamente compreensivos e atentos as necessidades de qualquer um que seja que tenha limitação...
No mercado, uma tensão só, fico apreensiva, temendo que os meninos quebrem algo; enfim, cada momento, é uma aventura.
Apesar de conviver, muito bem com a falta da visão, tem alguns
momentos que eu gostaria de enxergar, como por exemplo, quando há uma apresentação na escola deles, quando eles trazem as tarefinhas, quando eles sorriem, ou quando choram, gostaria de poder ver a expressão em seus rostos, quando ganham um presente, ou quando são repreendidos, como fica seus semblantes; entre essas e outras coisas mais, como: levá-los ao parque, praia, gostaria de poder fazer isto sem ter sempre que depender
de alguém para auxiliar.
Se eu fosse falar sobre cada coisa, só um livro!
Todavia, quero concluir dizendo que Deus é maravilhoso e que conto com Ele sempre para enfrentar cada desafio.
Projeto RELATOS - "Quem é Gata de Rodas" por Ivone de Oliveira
A foto em um jardim mostra Ivone de Oliveira sob a luz do sol, sentada em uma cadeira de rodas com a perna esquerda cruzada sobre a outra. Ivone tem a pele clara, rosto oval, cabelos loiros e lisos até os ombros, nariz afilado e lábios médios. Ela usa óculos de sol com armação grande e quadrada, relógio preto no pulso esquerdo, blusa estampada em tons de lilás, azul e rosa, mini saia jeans e sapatos estilo boneca azuis. Na lateral direita, em sentido vertical e letras rosas, lê-se: Gata de Rodas.
QUEM É GATA DE RODAS?
Eu sou a Ivone, uma mulher cadeirante, aos 6 meses de nascida tive Poliomelite que me deixou sequelas sendo uma delas, a de me impossibilitar de andar. Minha infância foi marcada por idas ao médico e cirurgias. Apesar das dificuldades, foi também uma infância de muitas brincadeiras com meus irmãos e primos. A Gatinha de Rodas foi uma criança alegre e sempre risonha. Na escola, iniciou o meu convívio social com outras crianças, foi super tranquilo, não houve rejeição. Os coleguinhas de sala de aula eram cuidadosos e prestativos comigo. Sempre gostei de estudar e fazer amizade.
PRIMEIRO CONTATO COM O PRECONCEITO
Como nem tudo são flores, encontrei o meu primeiro espinho no caminho: ao concluir a 4º série do antigo ensino primário, a diretora não quis disponibilizar uma sala de aula no andar térreo e disse a minha mãe que não ia se responsabilizar por mim na escola. Sem o conhecimento dos meus direitos, minha mãe não denunciou a diretora na delegacia de ensino. Tive que me afastar da escola. Quatro anos depois houve a substituição da diretora da escola e eu retornei aos estudos. Ao concluir o primário, novamente tive que interromper os estudos, por diversos motivos: falta de companhante, doença em família etc.
GATA DE RODAS NA BUSCA PELA INDEPENDÊNCIA
Nunca fui de ficar parada, já que não dava para eu estudar, resolvi trabalhar informalmente no artesanato. Comecei a confeccionar roupas de crochê e bordados com pedrarias, atividade essa que exerci por muitos anos visando independência econômica para o lazer e minha vaidade de mulher. Passando alguns anos meu irmão me presenteou com um computador. Além de me distrair, resolvi também procurar trabalho com carteira profissional registrada. Não demorou muito para que eu fosse contratada por uma conceituada empresa e lá estava eu inserida no mercado formal de trabalho como Operadora de telemarketing. Agora trabalhando e conectada nas redes sociais, resolvi voltar a estudar, porém a falta de companhia ainda persistia. Por obra do destino, numa rede social eu conheci uma amiga enviada por Deus. Essa amiga ao saber do meu sonho de concluir os meus estudos, tornou-se os meus pés e com essa grande ajuda finalmente cheguei na faculdade. Hoje sou bacharel em Ciências Contábeis.
GATA DE RODAS NA REDE SOCIAL/ XÔ PRECONCEITO/AUTOESTIMA
Passeata e manifestação social: aprendi com meus amigos deficientes da rede social a lutar por direito a inclusão e acessibilidade.
VISIBILIDADE: Mesmo diante das dificuldades e dependência de acompanhante a Gata de Rodas se joga no Carnaval, na praia, nos passeios, cinema, teatro etc. Na expectativa de motivar os demais deficientes a não desanimar com os obstáculos, não ter vergonha de sua deficiência e ser feliz do jeito que é...
Comunidade Gata de Rodas: a ideia da página Gata de Rodas surgiu a princípio para que eu pudesse compartilhar as minhas experiências e desafios como uma mulher cadeirante, mas a ideia se expandiu e resolvi abranger as demais parcelas da sociedade que também sofrem com o preconceito, seja ela por ser deficiente, mulher, negro, gay, Indio, pobre e etc.
“A história ensina-nos que o homem não teria alcançado o possível se, muitas vezes, não tivesse tentado o impossível.” (Max Weber)
domingo, 17 de maio de 2015
Marisa Pretti na coluna Eu mudo SP
Marisa Pretti na coluna Eu mudo SP de Caio Colagrande do Diário de São Paulo. Manchete: Atriz e roteirista transformam imagens em palavras para cegos - Dupla começou em 2014 iniciativa chamada Íris Cor de Mel, para que deficientes pudessem 'ler' fotos postadas em redes sociais.
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